"Não me vejo como herói. Eu me vejo como um dos sobreviventes do local". A frase é do cabo Gilberto das Neves, 49 anos, policial militar que salvou a vida da terceira policial que atuava no mandado de prisão de Ednei Brito Pereira na Fazenda Roda D’Água, na localidade de Boleiras, na zona rural de Sooretama, Norte do Estado. Ednei - que era acusado de três homicídios - foi morto pelo policial militar durante a ação.
Durante a operação, os investigadores da Polícia Civil Leone José Pereira da Silva e José Nivaldo do Amaral foram executados pelo bandido ao darem voz de prisão e tentarem algemá-lo. "Do mesmo jeito que aconteceu com eles, poderia ter acontecido comigo. Podem morrer dez bandidos, mas a morte de um policial é uma perda enorme. Ninguém saiu vitorioso nessa situação", pondera.
O policial afirma ter agido de forma rápida - cerca de 1 minuto e meio após - , ao ouvir os disparos. Ele não havia percebido que, no momento em que atirou em Ednei, o bandido apontava uma arma para a cabeça de outra policial civil - que não está sendo identificada por questões de segurança. Ele só se deu conta da situação quando a arma do criminoso caiu no chão.
"Eu estava nos fundos da casa, dando uma assistência caso o cidadão tentasse fugir pelo matagal. Ouvi os tiros. No momento em que rodei a casa e vi o que estava acontecendo, eu nem cheguei a ver realmente que tinha outra policial. Só lembro que havia um infrator, e que eu precisava agir. Foi quando fiz os disparos", explica.
No meio da tragédia por acaso
O cabo da PM - que trabalha no policiamento em Linhares e mora em Sooretama - estava no sítio apenas visitando um amigo, que é proprietário do local. "Costumo ir com minha sogra dar uma assistência na colheita do café. Os policiais chegaram e perguntaram sobre esse indivíduo, onde ele poderia estar. Levei os policiais até a residência. O local é de difícil acesso para quem não conhece", explica.
Segundo o policial, os donos do sítio não sabiam dos crimes cometidos por Ednei, e há dez dias haviam contratado o homem para trabalhar na colheita do café. O PM afirmou que o criminoso seria demitido, por não apresentar a documentação necessária para assinar a carteira de trabalho. "Lá todo mundo assina a carteira, mas ele havia se negado a mostrar a documentação. Ele seria demitido na próxima segunda-feira (22)", afirma.
Consciência tranquila por salvar uma vida
O cabo da PM não titubeia ao dizer que não se arrepende do disparo. Tem a convicção de que salvou uma vida, que agiu para proteger os companheiros de polícia e também em legítima defesa.
"A gente tem um treinamento que é de proteção da vida. Um bandido quando vai praticar um crime, ele vai para roubar, matar ou morrer. Então a gente tem que se preparar. Ele não tinha nada a perder, nós temos que nos preparar para isso", pondera.
Mesmo estando de licença, Gilberto afirma que tem que exercer sua função como policial militar. "Policial Militar, mesmo de folga, ainda é um policial. Se omitirmos algum fato, responderemos por ele", explica.
Em 19 anos de PM, completados em junho, não foi a primeira vez que o cabo passou por essa situação. "Já atirei contra bandidos e também fui baleado no ombro. Na ocasião, se tratava de um menor de idade", conta.
Revolta é o sentimento geral
Após atirar em Ednei, Gilberto chamou o reforço para ir ao local prestar socorro e isolou a área. Segundo ele, a esposa de Ednei não sabia que ele tinha cometido assassinatos. "Ela disse que estava a pouco tempo com ele, e que não sabia muita coisa sobre a vida anterior dele", afirma.
Desde a tragédia, que vitimou os dois investigadores e também o bandido, o cabo da PM teve pouco contato com a policial civil que está viva graças à sua ação. A única coisa que ele sabia dizer é que ela estava muito abalada no local do crime.
Na manhã desta sexta- feira (19), ele compareceu ao velório dos investigadores e teve contato com as famílias. O clima, relata o cabo, é de revolta. "Os populares da cidade e os familiares estão indignados. Tanto os companheiros da Polícia Militar, quanto da Polícia Civil, também estão", afirma.
"Para mim ele é um herói", diz esposa
Após conceder entrevista ao portal GAZETA ONLINE, cabo Gilberto das Neves retornou para sua casa, em Sooretama. Abalado emocionalmente, por conta dos fatos, ele precisou ser medicado e está com febre. As informações são da esposa do PM, uma cabeleireira de 44 anos, que preferiu não ter o nome identificado.
"Ele está com febre de 40 graus. Dei um remédio e ele dormiu. Neves está muito abalado com tudo o que aconteceu. Ele me disse que jamais pensou um dia ver tamanha tragédia", conta a esposa.
A cabeleireira disse que o ato do marido de atirar em Ednei Britto Pereira, no momento em que ele se preparava para matar a terceira policial civil no local, foi visto como heroico pela população de Sooretama.
"Parece um coisa de Deus ele estar ali, naquele momento. Ele infelizmente não pode salvar os três, mas conseguiu salvar a policial no momento em ela que seria morta", pondera.
Orgulhosa do feito do marido, ela concorda com os vizinhos. "Eu tenho ele como herói. Foi um ato muito de bravura. Ele fez pelos colegas o que faria pela família dele. Aliás, a corporação toda é assim, como uma família para o Neves", disse.
A cabeleireira e o PM têm dois filhos - um menino de 13 anos, do primeiro relacionamento da mulher, e uma menina de 14 anos, de um casamento anterior do cabo Neves. "Nossos filhos só ficaram sabendo hoje por causa da repercussão no jornal. Meu marido explicou para eles depois, mas são muito crianças para entenderem o que aconteceu", diz.
A Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar do Espírito Santo também está de luto e lamenta o fato ocorrido com os amigos da nossa coirmã Polícia Civil e parabeniza ao Militar que agiu de forma heroica salvando a vida da policial.
|
domingo, 21 de abril de 2013
"Não sou herói, sou um sobrevivente", diz cabo que matou bandido e salvou policial
ES: Dois policiais civis são mortos a tiros ao tentar prender bandido
Dois policiais civis foram mortos na tarde de ontem na Fazenda Roda D’Água na localidade de Boleiras, na zona rural de Sooretama, Norte do Estado, quando tentavam prender um homem acusado de assassinato. Uma policial civil só não foi morta porque um colega militar – que também participava da operação – reagiu e matou o criminoso.
Morreram os investigadores José Nivaldo Amaral, 46 anos, e Leone José Pereira da Silva, 52. Os dois trabalhavam na Delegacia de Crimes Contra a Vida de Linhares, cidade localizada a 28km de Sooretama.
Ordem judicial
Segundo o chefe da Polícia Civil, Joel Lyrio, os policiais foram até a casa de Ednei Brito Pereira, 25, cumprir um mandado de prisão expedido pela Justiça da Bahia. De acordo com o delegado Danilo Bahiense, titular da Superintendência de Polícia do Interior (SPI), ele era acusado de ter cometido três homicídios na região de Itabuna.
Os investigadores chegaram ao local numa caminhonete Ford Ranger de cor preta, descaracterizada, e contavam ainda com o apoio de uma policial civil e um policial militar, que estava de licença. Por estarem em missão de levantamentos, segundo Bahiense, eles estavam sem coletes à prova de balas.
Logo após darem voz de prisão ao homem e se prepararem para algemá-lo, os policiais foram surpreendidos com a reação do bandido. “Ele estava armado, sacou o revólver e atirou em um policial civil”, explicou Lyrio.
O primeiro baleado foi Leone da Silva. Ele foi atingido no olho por um tiro, que saiu pela nuca. Diante da situação, seu colega investigador José Nivaldo reagiu e entrou em luta corporal com o criminoso. Mas Ednei era fisicamente mais forte do que ele e o matou com um tiro na garganta. A bala saiu pela testa.
Quando se preparava para atirar numa policial civil de 48 anos – que pediu para não ser identificada –, Ednei foi morto com um tiro na cabeça pelo militar que dava apoio à equipe – e também não quis ter seu nome divulgado. “Policiais e o suspeito morreram no local”, explicou Joel Lyrio. Os investigadores ainda estavam com as armas no coldre.
Na hora do crime, havia outras três pessoas na casa: a companheira do bandido e dois parentes dela.
Colegas
Mais de 100 policiais, entre militares e civis, estiveram no local do homicídio e lamentaram a morte de Amaral e Leone. “Não dá para entender o que houve. Ainda não sabemos realmente o que aconteceu. Ele (o policial Amaral) era muito conhecido em Linhares, todo mundo gostava dele. Era uma pessoa maravilhosa. Só Deus pode nos dar conforto”, disse a ex-mulher de José Nivaldo Amaral, Márcia Seixas.
Investigação
De acordo com Joel Lyrio, a morte dos policiais, na forma como ocorreu, não é uma situação comum. “Ainda precisamos entender o que realmente aconteceu durante a abordagem”, disse ele, acrescentando que equipes foram deslocadas para Linhares para ajudar na apuração do caso.
O velório de Amaral acontece na Igreja Evangélica Batista de Linhares, no bairro Colina, em Linhares. O local e o horário do enterro ainda não foram definidos. Leone está sendo velado na Igreja Maranata do bairro Shell, também em Linhares. Ele será enterrado hoje, às 16h, no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, no Centro.
Participaram desta cobertura Gustavo Pereira, Almir Neto, Vilmara Fernandes e Claudia Feliz
Fonte: A Gazeta
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Senado aprova punição a policial omisso em caso de violência doméstica
Os policiais que forem negligentes com mulheres que vivem situação de violência doméstica poderão ser punidos com detenção de seis meses a dois anos de reclusão. Projeto aprovado nesta quarta-feira pelo Senado altera a Lei Maria da Penha ao incluir os casos de omissão dos policiais com as mulheres no rol das punições previstas pela legislação brasileira.
A pena de reclusão aos policiais será determinada, segundo o projeto, nos casos em que as agressões às mulheres resultarem em lesão corporal ou morte. Serão enquadrados na lei policiais que tenham agido de forma negligente com vítimas que procuraram autoridades policiais denunciando ações de violência doméstica –especialmente aquelas que já tenham sido agredidas em seu ambiente domiciliar.
O projeto foi aprovado em caráter terminativo pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Ele segue diretamente para votação na Câmara se não houver recurso de senadores para ser apreciado no plenário do Senado.
O projeto é de autoria da ex-senadora Rosalba Ciarlini (DEM), atual governadora do Rio Grande do Norte. Na justificativa da proposta, apresentada em 2010, ela afirma que o Brasil já acompanhou diversos casos de autoridades policiais que não adotaram providências legais para defender mulheres que já tinham sofrido violência doméstica.
“A Lei Maria da Penha impõe à autoridade policial certas providências legais, que devem ser executadas com o fim de proteger a mulher em iminência de sofrer ou de já ter sofrido violência doméstica. No entanto, há casos em que a autoridade policial não observa tais medidas e a vítima acaba sofrendo novos males, muitas vezes de forma fatal”, diz a ex-senadora.
Relator do projeto na CCJ, o senador Aníbal Diniz (PT-AC) sugeriu o arquivamento da proposta por considerar que a CPI que discute a violência contra a mulher vai apresentar propostas mais “bem estruturadas” para combater a negligência de policiais. O petista recuou e mudou o texto, defendendo a aprovação do projeto, depois de sucessivos apelos de integrantes da comissão.
Fonte: Almança
ABSURDO: Sargento da PM do Acre é preso após criticar governador na internet
”mais dinheiro para as ruas do povo? Vai precisar mesmo, afinal, as ruas que foram feitas no ano passado, este ano já precisam ser refeitas. Eu quero ver o senhor cumprir a promessa de asfaltar todas as ruas do Estado até 2014″.
Este foi o comentário que resultou a prisão do Sargento Isaías Brito Brandão.
Um comentário crítico a uma mensagem do governador do Acre, Tião Viana (PT), publicada na internet resultou em cinco dias de prisão para um sargento da Polícia Militar do Estado.
O 3º sargento Isaías Brito Brandão começa a cumprir nesta quarta-feira (10) a punição imposta pelo Comando Geral da PM numa cela do Batalhão de Policiamento Ambiental.
Segundo a Corregedoria da PM, o sargento desrespeitou o governador do Acre nos comentários publicados no dia 2 de março na rede social Facebook.
A postagem do governador se referia a verbas do governo federal conquistadas pelo Estado.
“Agora em Brasília, conseguimos aprovar 251 milhões para mobilidade e saneamento, obrigado presidente Dilma. Marcus Alexandre [prefeito de Rio Branco] aprovando 51 milhões para mobilidade. Senadores Jorge Viana e Coletivo 13 Anibal [Diniz] dividindo a alegria do momento”, escreveu Viana.
Abaixo, o sargento comentou: “mais dinheiro para as ruas do povo? Vai precisar mesmo, afinal, as ruas que foram feitas no ano passado, este ano já precisam ser refeitas. Eu quero ver o senhor cumprir a promessa de asfaltar todas as ruas do Estado até 2014″.
Em seguida, fez um complemento com uma crítica direta ao senador petista pelo Acre Aníbal Diniz: “quem é o Aníbal Diniz? Um poste colocado em Brasília para defender os interesses da quadrilha”.
O caso foi levado à Corregedoria da PM do Acre pelo Serviço de Inteligência da corporação, que existe para investigar denúncias contra civis.
No relatório da sindicância, o major Marcos da Silva Kinpara confirmou as críticas feitas pelo colega de farda e apontou que o sargento “fez comentário de forma desrespeitosa ao Chefe do Executivo”.
Em sua defesa, o sargento afirmou que a postagem foi feita por um sobrinho.
O comandante da PM do Acre, coronel José dos Reis Anastácio, negou qualquer interferência do governador no caso e garantiu que a investigação foi baseada no código de disciplina dos militares acrianos.
“A gente tomou conhecimento e apurou. A corregedoria chegou a essa conclusão e aplicamos a medida cabível”, disse.
O secretário de Comunicação do governo do Acre, Leonildo Rosas, disse que o governador não iria comentar o assunto por não ter “participação no caso”.
A prisão do militar foi criticada pelo deputado estadual Werles Rocha (PSDB), líder da oposição na Assembleia e major da reserva da polícia do Estado.
Em nota divulgada à imprensa, o deputado acusou o Palácio Rio Branco de manter um “clima de terror” e de “ameaças” para impedir o “vazamento da verdade”.
Fonte: Folha
O que se espera de toda a tropa da PM do Acre é a reprodução do mesmo comentário do Sargento. Assim o governador teria de ordenar o comando a prender toda a tropa da PM. Este é um governador do PT, que diz defender as minorias, as injustiças. Uma vergonha sem precedentes.
E aí policiais do Acre?
terça-feira, 19 de março de 2013
A Justiça de São Paulo condenou o governo estadual
A Justiça de São Paulo condenou o governo estadual a efetivar no cargo todos os 5.526 soldados temporários existentes hoje na Polícia Militar e a acabar com esse tipo de contratação provisória.
Segundo o TJ, o governo tem 30 dias para regularizar a situação dos PMs temporários, sob pena de pagamento de multa de R$ 30 mil por dia e por trabalhador encontrado em situação ilegal.
O juiz Henrique Rodriguero Clavisio, da 10ª Vara de Fazenda Pública, afirma, na decisão de 16 de julho, que essas atividades “se desviam dos princípios legais relativos ao serviço voluntário a que se refere a lei 9.608/98 [lei do voluntariado]”.
A sentença ainda abre brecha para que pelo menos 20 mil ex-PMs busquem na Justiça a reintegração ao cargo.
Os policiais temporários são contratados por um ano, com renovação por mais um.
A decisão é de primeira instância e o governo recorreu, mas ele terá dificuldades para mudá-la porque o Tribunal de Justiça, em 2009, considerou inconstitucionais as leis usadas para a contratação.
Fonte:TJ
Segundo o TJ, o governo tem 30 dias para regularizar a situação dos PMs temporários, sob pena de pagamento de multa de R$ 30 mil por dia e por trabalhador encontrado em situação ilegal.
O juiz Henrique Rodriguero Clavisio, da 10ª Vara de Fazenda Pública, afirma, na decisão de 16 de julho, que essas atividades “se desviam dos princípios legais relativos ao serviço voluntário a que se refere a lei 9.608/98 [lei do voluntariado]”.
A sentença ainda abre brecha para que pelo menos 20 mil ex-PMs busquem na Justiça a reintegração ao cargo.
Os policiais temporários são contratados por um ano, com renovação por mais um.
A decisão é de primeira instância e o governo recorreu, mas ele terá dificuldades para mudá-la porque o Tribunal de Justiça, em 2009, considerou inconstitucionais as leis usadas para a contratação.
Fonte:TJ
segunda-feira, 18 de março de 2013
HOJE, NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
Apenas este anúncio feito na hora pelos cabos Vasconcellos e Joedson Simões
Hoje, a Galeria da Assembleia Legislativa
ficou lotada, onde estavam os policiais militares e civis reivindicando seus direitos!
E várias pessoas (civis) que fizeram
concurso público em 1996 ainda não foram chamados.
Os Militares que
estavam na ALES não gostaram do que ouviram!
Que o governo está mandando o projeto “soldado
Temporário” para ser aprovado.
É natural que todos os secretários que
entram no governo têm que mostrar serviço para se manter no cargo, principalmente
para a sociedade.
Mas, no cargo de segurança pública é
diferente, o secretário está querendo contratar ”soldado temporário” ou soldado
cargo comissionado para entrarem na policia militar, uma corporação importante
para sociedade, e principalmente para quem trabalha nela, que durante séculos e séculos,
os militares passaram por cursos de aperfeiçoamento de CFSD de seis a nove
meses, e agora chegam à era do “soldado Temporário”, contratação rápida, isso é
o famoso jeitinho brasileiro, tampar o sol com a peneira.
O secretário esqueceu que o problema será aparte
da entrada destes “soldados Temporários” que ficarão 2 anos e prorrogado por
mais 2. Eles terão muitas informações do trabalho realizado pela policia
militar que executarão; após o término de 4 anos de serviço poderão vender
estas informações para pessoas que pratica o mal, e vendendo cada militar que
trabalha nas ruas e até mesmos os administrativos.
Sendo assim, esse “soldado Temporário” que
prendeu um traficante, apreendeu carteiras de habilitação, removeu veículos e
até prendeu um condutor embriagado. Este “soldado Temporário” foi
colocado rapidamente para atender a demanda da polícia, e não para concluir a falta
de policiamento nas ruas!
O Governo tem que contratar é 3000 soldados
por ano e tirar a população do sufoco e não trazer mais problemas que já temos.
Pois cargos temporários nesta área de
segurança, não tem o valor necessário para a população! Pois precisamos de
demanda o suficiente para ajudar um pouco em cada bairro! E não por um tempo
contado de 2 ou 4 anos !Mas sim, para ajudar a por em ordem a lei necessária aos
nossos moradores e a nós mesmos Policias Militares.
sábado, 16 de março de 2013
CONVOCAÇÃO DOS MILITARES NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
CAROS IRMÃOS, VAMOS PARTICIPAR DA REUNIÃO JUNTO COM A COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, AS 11:00 HORAS, DO DIA 18 DE MARÇO DE 2013, NESTA SEGUNDA-FEIRA.
VAMOS EM NÚMERO GRANDE, ONDE TODOS TEM QUE FALAR O QUE SENTE. O GOVERNO ESTÁ FAZENDO DA GENTE GATO E SAPATO.
O COMEÇO É PELA COMISSÃO DE SEGURANÇA.
VAMOS EM NÚMERO GRANDE, ONDE TODOS TEM QUE FALAR O QUE SENTE. O GOVERNO ESTÁ FAZENDO DA GENTE GATO E SAPATO.
O COMEÇO É PELA COMISSÃO DE SEGURANÇA.
GOVERNO DESESPERADO QUER CONTRATAR POLICIAIS TEMPORÁRIOS
Secretário de Segurança Pública do ES, Dr André Garcia.
O governo do Estado em forma de desespero quer contratar policiais em regime de designação temporária (DT), como já é feito no magistério. A proposta é selecionar de 1.000 profissionais para atuar em guardas e plantões internos nas companhias da Polícia Militar. Dessa forma, o governo espera liberar policiais efetivos que ocupam esses postos para reforçar a segurança nas ruas.
“Estamos mais uma vez após seis anos discutindo o mesmo assunto já amplamente discutido anteriormente e que como bem sabemos não deu certo nos estados onde foi implementado, querem criar um pseudo soldado e vestir os mesmos com a mesma farda da briosa PMES pagando aos mesmos uma ninharia e deixando os (DTS) sem nenhuma perspectiva de carreira, nós vamos mostrar para a sociedade o quanto este governo está perdido na Segurança Pública ao trazer uma ideia retrógrada como esta, se em seis anos não resolveram o problema será que é agora que resolverão? Porque não destinam verbas aos que querem regressar ao serviço ativo pra desempenhar estas funções”, destaca Gava.
Salientamos ainda a inconstitucionalidade do referido projeto que fere de morte a Constituição do Estado do ES no "Art. 44 O exercício das funções de Policial Militar e de Bombeiro Militar é privativo do servidor público militar de carreira, recrutado exclusivamente por concurso público de provas e títulos, submetido a curso de formação específica." não é possível que o próprio governo queira descumprir a Constituição que deveria proteger e cumprir com um projeto desta natureza.
Para o secretario de Segurança Pública, André Garcia essa medida é uma forma emergencial de restabelecer o equilíbrio e aperfeiçoar o trabalho da PM, que conta hoje com 7.700 policiais efetivos. O projeto foi encaminhado a Assembleia Legislativa para ser votado pelos deputados.
Para muitos esta medida demonstra total despreparo de quem está à frente da Segurança Pública no Estado. Imaginem uma pessoa contratada por um período de um ano, tendo a disposição arma, viatura e todas as prerrogativas de um policial militar, sem estar sob um regulamento. Qual o compromisso que ela terá? Qual o grau de responsabilidade com a instituição e com a comunidade ele terá, sabendo que em poucos meses deixará de ser policial?
Pensar nisso causa certa preocupação a população. A falta de estrutura capaz de formar novos soldados em números suficientes é resultado de omissão dos gestores da segurança que há anos fecharam os olhos para esta demanda e isso gerou a defasagem hoje existente dentro da PM. É fundamental que todos os militares saibam que a PM já possui a ISEO e os militares que voltaram da reserva para a ativa, além do bônus pecuniário, sendo pagos com a rubrica de custeios da PMES, o valor previsto na referida rubrica garante o pagamento destes serviços já empenhados até um limite, será que é suficiente para pagar o ano todo?
“Nós não nos calaremos diante destas medidas desesperadas e que prejudicam a nossa briosa PMES, estes políticos passam e a PMES permanece, nos respeitem”. Finaliza Cabo Gava.
A minha parte eu estou fazendo, agora quero solicitar aos companheiros(as) que também defendem a prerrogativa dafunção policial militar que está sendo achincalhada com este projeto impositivo e irracional a comparecer na ALES a partir de segunda feira 18-03-2013 as 11hs na reunião da Comissão de Segurança Pública, onde demonstraremos aos Deputados a nossa insatisfação, lembrando a todos que a previsão do projeto são pra 1.000 vagas. Conto com a sua participação, juntos mostraremos a nossa força.
Fonte: acspmbmes
|
Assinar:
Postagens (Atom)

