segunda-feira, 12 de novembro de 2012

DEPUTADO FEDERAL WILLIAM DIB PROPÕE QUE ASSASSINATOS CONTRA POLICIAIS, JUÍZES E PROMOTORES SEJAM CONSIDERADOS CRIMES HEDIONDOS


O Deputado Federal William Dib apresentou, nesta quarta-feira (19), o Projeto de Lei nº 4463/12, que qualifica o crime de homicídio contra agentes públicos e os tipifica como hediondos.

Em sua justificativa, o parlamentar ressaltou que a crescente onda de violência que assola o País, em especial os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, fazem com que o crime organizado se veja encorajado a atacar o poder público. Na primeira linha das vítimas figuram os policiais, os promotores de justiça, os juízes, os agentes penitenciários e outros. Os criminosos buscam disseminar assim suas ações, numa tentativa ousada de provocar o pânico.

Uma prova dessa situação é o número de PMs assassinados no Estado de São Paulo, que neste ano de 2012 é praticamente 40% maior do que a quantidade de casos registrados em todo o ano passado. Foram mortos 48 policiais ao longo de 2011, enquanto nos primeiros nove meses de 2012 foram 67 ocorrências.
Para o Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Coronel Roberval Ferreira França, o aumento do número de mortes de policiais é causado por uma disposição do crime em resistir a ações dos agentes do Estado.

William Dib ainda lembrou que os criminosos também matam os fiscais do trabalho, fiscais de renda, e chegam às portas do Poder Judiciário, ameaçando juízes e promotores, ou até mesmo consumando o seu intento, como no caso da morte da juíza Patrícia Acioli em agosto do ano passado no Rio de Janeiro.

Para Dib, o parlamento não pode ficar inerte diante deste quadro. Senado e Câmara têm que exercer os seus papéis no sentido de aperfeiçoar as leis penais. “Se o sistema de justiça do Estado está sendo acuado e não tivermos uma legislação rigorosa, o crime avançará sem temor em toda a sociedade”, afirmou.

fonte: policialbr

AM: 20 POLICIAIS MILITARES PRESOS POR REIVINDICAR PROMOÇÃO A DEPUTADO



Como explicar a um policial que tem o direito de voto que, no caso dele reivindicar algo junto ao político que elegeu, será preso por isso?

Esta é uma das perguntas inevitáveis frente à seguinte situação na Polícia Militar do Amazonas, onde o Comando Geral, cargo de confiança do Governo do Estado, determinou a prisão de 20 policiais que se reuniram com um deputado para reivindicar promoções.

Isto ocorre no mesmo país em que se cobra “respeito à cidadania” pelos policiais. Pode?
 
“Eles foram ingratos, infiéis. Traíram os princípios de disciplina pregados pela instituição militar”. Essa é a justificativa do comandante da Polícia Militar do Amazonas, coronel Almir David, para a prisão de mais de 20 soldados da PM durante a noite dessa terça-feira (11).

Os novos policiais foram presos depois de 250 deles terem se reunido com deputados da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), na manhã de terça, para solicitarem intermediação dos parlamentares da Casa na liberação da promoção dos 1.800 novos PM’s admitidos pelo Estado através de concurso público em 2011.

Eles foram presos em flagrante com base nos artigos 161 e 166 do Código Penal Militar, acusados de participar de movimento contra superiores e criticar publicamente ato de seu superior e assunto voltado para disciplina militar ou resolução do Governo sem licença. A pena vai de dois meses a dois anos de prisão.

Entre os presos estão Thiago dos Santos Pinheiro, 25, lotado na 23ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), e Platiny Soares, 20, que serve na da 5ª Cicom.

De acordo com Almir David, os policiais foram presos após uma avaliação da situação e verificação da existência de crimes militares. “Planejaram em uma reunião e foram para a Assembleia falar mal da instituição e do Estado. Vão ser responsabilizados de acordo com cada situação, quem planejou e outros que apenas participaram. Todos serão recolhidos para o Comando e conversaremos individualmente. Eles terão ampla defesa com advogados”, disse.

Questionado sobre a legitimidade da causa defendida pelos policiais, que em sua maioria integram o programa chefe da segurança pública do Estado – Ronda no Bairro – o comandante da tropa explicou que “os novos policiais estavam cientes da situação enfrentada pela PM e do processo para a promoção. Os processos precisam ser avaliados pela Casa Civil, pela Secretaria de Estado de Administração (Sead) e isso demanda tempo. Acho que houve uma falta de controle dos PM’s”, afirmou Almir David.
fonte: danillo ferreira, uol

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Conselho de Justificação da Polícia Militar considera inocente coronel acusado de assédio sexual contra soldado

Encontra-se sobre a mesa do governador Renato Casagrande a conclusão do Conselho de Justificação aberto pelo Comando Geral da Polícia Militar para apurar a conduta do coronel Carlos Rogério Gonçalves de Oliveira, acusado de assédio sexual a uma soldado. Em primeira mão, o Blog do Elimar Côrtes antecipa a conclusão dos integrantes do Conselho, que consideraram o coronel Gonçalves inocente da acusação.

O coronel Gonçalves foi acusado quando era comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar (Nova Venécia) do Espírito Santo. A soldado era subordinada a ele quando a denúncia foi feita. À época, Gonçalves era tenente-coronel

O relatório final do Conselho de Justificação é assinado pelos coronéis Sperandio Del Caro Neto (presidente), Maria das Graças Correa (interrogante e relatora) e Jorgean Grego Gonçalves (escrivão).

Durante toda a fase do processo, Gonçalves foi defendido pelo advogado Ícaro da Cruz Matielo, que conseguiu reunir provas para comprovar a inocência do coronel.

O Conselho de Justificação foi instaurado com base no Inquérito Policial Militar que investigou a denúncia feita pela soldado. De acordo com o IPM, o coronel Gonçalves, quando na função de comandante do 2º BPM, durante o ano de 2010, foi acusado de prática de assédio contra a soldado.

Segundo o IPM, “tais assédios teriam sido, inclusive, praticados por meio eletrônico (email) e que diante da resistência da subordinada às investidas, passou a sofrer represálias no âmbito administrativo disciplinar, divulgados pela mídia jornalística”.

O coronel Gonçalves foi ouvido pelo Conselho de Justificação, quando pode apresentar sua versão dos fatos. Ele disse ter tido um relacionamento amoroso com a soldado por quatro meses – de junho a setembro de 2009.

Garantiu que em momento algum cometeu o crime de assédio sexual. Ele apresentou, inclusive, fotos retiradas do circuito de TV de um hotel em que ficou hospedado com a soldado, “o que comprova que tínhamos um relacionamento amoroso”. Na época, Gonçalves era solteiro. Hoje, está casado.

A soldado também foi ouvida. Em um dos depoimentos, confirmou ter passado a noite em um hotel com o coronel Gonçalves, mas alegou que “nada aconteceu”. Disse ter recebido vários emails do oficial, em que era “cantada”.

Os coronéis do Conselho de Justificação ouviram também diversas testemunhas, entre praças e oficiais da PM. Em um dos trechos do relatório, os coronéis Del Caro, Jorgean e Graças concluem que “dessa forma, a conduta do Oficial justificante (Gonçalves) não configura assédio sexual, uma vez que o coronel Gonçalves e a soldado possuíam um relacionamento, que se caracterizava com intimidade, conforme fartamente demonstrado ao longo da instrução processual, por meio de fotos, mensagens de telefone celular (SMS), emails e depoimentos de testemunhas”.

Mais adiante, o relatório afirma que “demonstrou-se que ambos trocavam frequentemente mensagens que sugeriam relacionamento íntimo por meio de correio eletrônico (email), sendo que algumas possuíam arquivos anexos com fotos”.

Os coronéis Del Caro, Jorgean e Graças informam ainda que “outrossim, compulsando os autos nota-se que os incidentes entre eles surgiram após o início desse envolvimento, o que demonstra que provavelmente ocorreram problemas conjugais particulares das partes. Para se configurar o assédio sexual seria necessário que as investidas ocorressem antes do início do envolvimento entre eles, o que não ocorreu no presente caso”.

Um Conselho de Justificação é instaurado para julgar a conduta de um oficial e decidir se ele é digno de continuar vestindo a farda da PM. Caso fosse considerado culpado, o coronel Gonçalves seria expulso da PMES. Caberá agora ao governador Renato Casagrande ratificar ou discordar da decisão do Conselho de Justificação.
Fonte: porElimar Côrtes

DIREITOS HUMANOS DEVE SER PARA POLICIAIS E PESSOAS DE BEM EM GERAL. BANDIDOS NÃO DEVERIAM TER NENHUM DIREITO A NÃO SER CUMPRIREM SUAS PENAS (NO MÍNIMO 50 ANOS) SEM NENHUM BENEFÍCIO E REDUÇÃO DE PENA E SE POSSÍVEL COM UMA BOLA DE FERRO E CORRENTES AMARRADO EM SUAS PERNAS PARA EVITAR FUGAS



DIREITOS HUMANOS DEVE SER PARA POLICIAIS E PESSOAS DE BEM EM GERAL. BANDIDOS NÃO DEVERIAM TER NENHUM DIREITO A NÃO SER CUMPRIREM SUAS PENAS (NO MÍNIMO 50 ANOS) SEM NENHUM BENEFÍCIO E REDUÇÃO DE PENA E SE POSSÍVEL COM UMA BOLA DE FERRO E CORRENTES AMARRADO EM SUAS PERNAS PARA EVITAR FUGAS

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Não Faz Sentido! Um Desabafo Sobre a Segurança Pública no Brasil

Fonte: BOM DIA BRASIL

Bahia só perde para São Paulo no número de policias mortos em 2012


Bahia só perde para São Paulo no número de policias mortos em 2012
Um levantamento realizado pelo jornal Folha de São Paulo mostra que um policial é assassinado a cada 32 horas no Brasil. Na Bahia, 16 já foram mortos este ano, o que coloca o estado em segundo lugar no ranking brasileiro, ao lado do Pará, que também computou 16 PMs assassinados. A unidade federativa brasileira campeã é São Paulo, que acumula quase a metade das ocorrências, com 98 policiais mortos, 88 militares. A Bahia concentra 31% do efetivo de policiais civis e militares do país, mas responde por 43% das mortes dos profissionais em 2012. No total, ao menos 229 policiais civis e militares foram mortos no mesmo período no Brasil, a maioria deles, 183 (79%), estava de folga. Muitos morrem em atividades paralelas à da corporação, no chamado “bico”. Em vários estados, há reclamação de falta de assistência. "Já houve o caso de um policial ameaçado que foi viver na própria associação até achar uma nova casa", afirma Flavio de Oliveira, presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Espírito Santo. BN
Fonte:  BIZUDEPRAÇA

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

40 POLICIAIS MARCADOS PARA MORRER


A Polícia Militar estourou uma central de espionagem do Primeiro Comando da Capital (PCC) na Favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, onde eram planejados ataques contra policiais do Estado. Foi encontrada uma mala cheia de anotações feitas por bandidos da quadrilha de Francisco Antônio Cesário da Silva, o Piauí. Em cadernos com páginas preenchidas à mão, havia nomes, endereços e características físicas de policiais civis e militares marcados para morrer.
 

Após denúncia do Colégio Militar Tiradentes (CMT) de Imperatriz, o cabo e blogueiro Ebnilson está preso


Por determinação do Comandante Geral da Polícia Militar, o Coronel Franklin Pacheco, o Cb Ebnilson está presídio da Polícia Militar em São Luís.

Após a divulgação das denúncias de irregularidades do CMT de Imperatriz, que causou uma repercussão gigantesca na cidade e que envolve a sogra do Comandante Geral, a prisão é decretada para hoje(01/10). A prisão é fruto de uma sindicância que culminou com encarceramento de 15 dias a contar de hoje.

Entenda o caso:

No dia 02 de maio de 2012 um internauta com o pseudônimo de Cb J.Francisco de Codó-Ma, fez um comentário contra o Comandante da PM e do Sarney. O comentário foi objeto de sindicância que até então nos chamaram para esclarecimento sobre o caso, as investigações apontavam para um militar de mesmo nome, porém não conseguiram provar quem era o autor. Veja o comentário:


"Me dá nojo abrir o site da PMMA e ver a cara do Sarney sendo homenageado e babado pelo Comandante Geral da PM. Parece que o Franklin Pacheco gosta mais do Sarney do que da própria mulher! Olha o carinho dele ao colocar um “colar” no pescoço do demônio". (Cb. J.Francisco de Codó-MA)


Mas como a corrente arrebenta mesmo para os mais fracos, adivinha quem levou a culpa? Pois é, de ouvinte passamos a condição de acusado, simplesmente o sindicante, Coronel Augustinho, nos informou que em suas apurações que nós tínhamos responsabilidade no comentário.

Claro que só cego que não vê que tudo foi armado, pois a sindicância como todo o processo havia sido feita de forma totalmente tendenciosa e parcial. Se o sindicante não teve competência para investigar o verdadeiro autor, fica muito fácil achar um culpado. Porque que não usou todos os recursos para investigar o caso?

Isso não aconteceu por que o objetivo era prender o cabo Ebnilson a mando do Comandante Geral, pois a questão já partiu para o campo pessoal. Essa prisão já estava prevista e as outras que virão ainda.

A prisão é uma aberração e uma afronta a Constituição Federal. Mas esse comando o que ele mais vem cometendo são abusos, arbitrariedades, injustiça contra os militares praças e oficiais.

Se o objetivo é nos frear e calar, sinto muito em dizer, mas prisão, retaliação, intimidação ou qualquer outra coisa me fortalece mais ainda.

Não me deixarei abalar por pessoas incompetentes, inescrupulosas, vis, que usam de ardis maldosos para oprimir e reprimir pessoas que lutam por direitos.

Prisão não irá me fazer calar e nem tão pouco deixar de lutar por dignidade.

As denuncias continuaram e agora com mais veemência por que acredito na justiça divina, essa eu sei que não falha.

O corpo poderá está trancafiado nesse calabouço, mas alma e o espírito guerreiro continuará com toda força, isso esse déspota não poderá barrar.

Acreditamos na força divina por que ela é nossa segurança e paz, o Deus dos exércitos estará sempre conosco todos os dias e nem um mal nos virá.

Quantos aos covardes e perversos um dia pagarão o seu preço pelos desmandos e injustiças.

Fica aí nosso protesto quanto essa tirania e abuso do Comandante Geral da Polícia, o que fez foi tão somente perseguir seus subordinados.


Cabo PM Ebnilson injustiçado e preso de forma covarde


PORTAL PM BRASIL - PEC300.COM

COMO MATAR UM HERÓIS?


Alguns podem falar que heróis têm vida eterna, outros que não sentem dor, que são invencíveis ou semideuses, mas pasmem! Isso tudo é utopia e não passa de mera ilusão.

Nos dias de hoje ser herói é humanamente impossível, no mínimo cômico, afinal, a sociedade quer alguém que se dedique com afinco as causas nobres do cotidiano? Ou reformulando a pergunta, as pessoas merecem alguém que lute com todas as forças pelo bem coletivo? Já não sei mais, há alguns anos atrás acreditava fielmente que sim, vendo as atrocidades de um povo doentio, pensei que poderia brincar de super-homem, dando à cara a tapa e buscando resolver os problemas do mundo, não importando se para isso criasse para mim um rótulo de intransigente ou ríspido demais.

Não me arrependo de nada, minha luta foi por uma causa justa, armas foram retiradas das mãos de marginais, condutores embriagados foram colocados aos montes no local onde não podem matar inocentes, madrugadas de sono foram perdidas para vigiar o patrimônio de alguém que trabalhou para construir uma vida, muito suor foi derramado as margens de estradas em abordagens a traficantes que insistem em destruir vidas humanas, saliva foi gasta tentando convencer vizinhos a chegar a um denominador comum e viver em comunhão fraterna, e quantas mulheres foram salvas das mãos de companheiros enfurecidos, sem contar as inúmeras vezes em que arrisquei a minha própria vida em beneficio de outrem, algo que se faz não por dinheiro ou status, mas sim pela vocação de alguém que acreditava no poder do bem, alguém que não via a hora de colocar o uniforme de super herói e combater o crim e com orgulho de dizer: sou policial!

Mas os dias vão passando, e você cada vez mais começa a perceber que por mais que faça o impossível, não é o suficiente, um sentimento de impotência inevitavelmente brota do peito e a vida começa a ensinar da maneira mais difícil que para um policial ser herói, ele precisa lutar contra forças ocultas de tamanha magnitude que jamais imaginaria quando iniciava na academia policial, poderes estes emanados das fontes mais variadas, seja interna ou externa, política ou burocrática, sem fronteiras quando o assunto é poder!

Caros colegas é triste, mas me sinto na obrigação de externar meus sentimentos, afinal, o que fiz até hoje na minha profissão foi tentando acertar, conheci pessoas incríveis, mas também tive o dissabor de conviver com hipócritas que vêem o mundo como um terreno de oportunidades, onde o esperto se sobressai ao cidadão honesto, e o que mais me frustrou foi perceber que nosso meio esta contaminado com uma praga muito mais devastadora do que qualquer doença terminal, chamada política.

Isso me matou! Não há possibilidade de sobreviver, quando se perde a esperança, perde-se tudo, podem me chamar de covarde, até de mercenário, por receber um ordenado no final do mês sem ao menos merecer um décimo daquilo, por que vou embora, aqui não é meu lugar, e não vai ser o lugar de ninguém que queira trabalhar honestamente a serviço das pessoas de bem.

Sabe de uma coisa, cansei de ouvir piadinhas por atos corruptivos de colegas, de ser odiado por fazer o certo, de ir às minhas folgas no Tribunal dar depoimentos intermináveis, de cumprir cargas horárias abusivas só porque falam que sou Militar e tenho que me submeter ao Regulamento, de ser punido por fazer o certo, de ser visto como uma ameaça a tropa por contestar as barbaridades cometidas, de deixar de lado a coisa mais importante que é a família para lutar pela causa dos outros. Não quero exigir aqui prêmios, medalhas, recompensas financeiras, ou reconhecimento midiático, apenas gostaria de aplicar a lei a todos sem distinção de classe social, pois afinal, o que diz nossa Constituição mesmo?

Deus, ajude-nos! 

Heróis estão morrendo a cada instante...

* Recebido via e-mail de um policial que não quis se identificar.

ACORDA POVO ! Político que tentar ou conseguir CENSURAR a liberdade de expressão, pensamento, e imprensa principalmente na internet deve ser BANIDO da vida pública


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Político que tentar ou conseguir CENSURAR a liberdade de expressão, pensamento, e imprensa,  deveria ser BANIDO E EXPULSO pelo povo  da vida pública, a internet tem que mostrar a sua força e ser respeitada.

Tem juízes que entendem que o político em caso de crítica ou ofensa feita através da rede,  deveria produzir material na internet se defendendo,  se explicando,  e não CENSURAR, esse é o entendimento que deve prevalecer.

Eu me refiro a políticos, que se elegem para representar o povo, e recebem salários pagos pelo povo.

ACORDA POVO,  HORA DE REAGIR !!!

Deve ser criado imediatamente um grande movimento para que qualquer político que CENSURE a internet, seja realmente banido da vida pública.

Ricardo Gama