segunda-feira, 30 de julho de 2012

General Adriano Pereira: esclarece o que é ser soldado do exército e soldado da PM




O general ADRIANO PEREIRA JR, hoje em entrevista no Programa Canal Livre da Band, 30 de julho de 2012, demonstrou entender mais da Polícia Militar do que os próprios PMs. Ele explicou a diferença entre um soldado da PM que é de carreira e de um soldado do Exército.
Não existe carreira de soldado do Exército, este é treinado para a guerra que é um serviço excepcional. E o soldado da PM tem uma vida inteira para desempenhar essa função, assim ele não pode ser pautado pelo REGULAMENTO DO EXÉRCITO, que é feito para períodos de exceção, ou seja, GUERRA!
O próprio General em sua entrevista deixou claro que os códigos aplicados no EXÉRCITO não devem ser aplicados para os SOLDADOS DA POLÍCIA MILITAR, as funções são de natureza diferenciadas.
Usar o regulamento do Exército para a Polícia Militar é infringir direitos trabalhistas duramente conquistados ao longo de décadas, precisamos rever isso com o máxima urgência. Coronéis da PM, o próprio General do Exército deu a deixa…
Fonte: Venessa Fontana

Câmara arquiva projeto que exigia curso superior para entrar na PM e Defensoria Pública quer mudança no edital de concurso para agente de Polícia Civil capixaba


A Câmara dos Deputados acaba de dar um desserviço à segurança pública no Brasil. Arquivou na Mesa Diretora o projeto de lei nº 6329/2009, de autoria do ex-deputado federal Capitão Assumção (PSB/ES), que previa como um dos requisitos a conclusão de curso superior para ingresso na carreira dos militares estaduais.

É uma pena: há estados em que o requisito básico  participar de um concurso público para ingressar na Polícia Militar ou no Corpo de Bombeiros é ter o curso superior. Agindo assim, a polícia sabe que contará com um profissional muito mais qualificado.

Ao apresentar seu projeto de lei em 2009, Capitão Assumção previa que “o artigo 11 do decreto lei 667 de 2 de julho de 1969 passa a vigorar acrescido do parágrafo  único:
Parágrafo único: São requisitos para o ingresso na carreira da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros o diploma de curso superior completo, em nível de graduação, devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação, e os demais requisitos estabelecidos pela lei de cada Estado da Federação e no edital do concurso.”

Há outros estados, entretanto, na contramão da história. O Espírito Santo, por exemplo, acaba de lançar um concurso público para contratar agentes de Polícia Civil sem que haja sequer exigência de conhecimento na área do Direito.

Por isso, a  Defensoria Pública do Estado ingressou com Ação Civil Pública (ACP), nesta segunda-feira (30/07), pedindo  a suspensão da fase de inscrição do concurso, cujas provas só contemplam conhecimentos em Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico.

A Defensoria público quer o processo, que tem prazo de inscrição até 5 de setembro, seja revisado pelo governo do Estado.

Em 2008, data do último concurso para agentes de Polícia Civil, foram exigidas noções básicas de Direito Administrativo, Constitucional, Penal, Processual Penal e Legislação Penal Extravagante, relacionadas com as funções do cargo de agente de Polícia Civil.
Fonte: 

sábado, 28 de julho de 2012

Major é acusado de fazer “bico” como piloto mesmo nas horas em que está de serviço na Polícia Militar


A Polícia Militar está diante de uma polêmica. Liberar ou não o “bico”. Normalmente, policiais militares – geralmente praças – respondem a Processo Administrativo (PAD) quando são flagrados ou denunciados por fazer segurança particular nas horas de folga. A PM está, agora, diante de outro fato, até então inusitado: um major, que  é oficial considerado de alta patente, faz “bico” como piloto para uma empresa privada.
Poderia ser “normal” o bico feito pelo major não fosse outro fato: às vezes ele pilota uma aeronave de um empresário mesmo quando está de serviço no NOTAer.

Mais recentemente, o major prestou seus serviços de piloto – desta vez nas horas vagas – conduzindo o ex-governador Paulo Hartung até Santa Teresa. De acordo com levantamento feito em “off”– investigação extraoficial – por alguns agentes da Diretoria de  Inteligência da Polícia Militar, no dia 30 de março deste ano Paulo Hartung utilizou-se da aeronave de matrícula PR-RJH, de propriedade do empresário Marcos Rogério Pegoretti, dono da empresa Columbia Tecnologia Ltda.,  para ser transportado ao município de Santa Tereza, onde possuía compromisso de natureza particular.

O piloto que conduziu o ex-governador foi o major, mesmo piloto que atendeu Hartung durante os dois mandatos enquanto piloto da Casa Militar.

De acordo com as investigações extraoficiais da Dint, o major teria uma relação contratual com o empresário Marcos Rogério, permanecendo à disposição do mesmo todas as sextas, sábados e domingos.

Não bastassem os voos de fins de semana, o piloto vem realizando serviços de pilotagem para o empresário durante as suas escalas de serviço no NOTAer. Fato pode ser comprovado contrastando a escala de serviço de junho (feriado de Corpus Cristhi, em 7 de junho deste ano, e o diário de bordo da aeronave, em que consta a informação de que o major voou para Teixeira de Freitas (Sul da Bahia) para conduzir o empresário a um evento naquela região, enquanto estava escalado para o serviço do NOTAer no mesmo dia.

Pode-se observar, através das matrículas coincidentes apresentadas ao Blog do Elimar Côrtes, que a imagem da aeronave do empresário é a mesma que aparece no cartão de apresentação do referido oficial.

As informações podem ser constatadas nos registro da Torre de Controle de Vitória, no diário de bordo da referido aeronave, na caderneta do piloto, bem como nas escalas de serviço que o major executa na Polícia Militar.

Nada contra o “bico” de piloto feito pelo major. Chegou a hora dos governantes acabarem com a hipocrisia de que o bico é proibido nas polícias. A legislação dá direito a um policial ter outra profissão, mas desde que seja de médico ou de professor.
Fonte: Elimar Cortes

sexta-feira, 27 de julho de 2012

MAIS UMA CONQUISTA HISTÓRICA DA ACS/ES: Horas excedentes dos militares estaduais passarão a ser recompensadas


O comandante geral da PM, coronel Willian, e oficiais do Alto Comando receberam o presidente Jean Ramalho e o diretor Flávio Gava, da ACS/ES 

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Ronalt Willian, firmou compromisso nesta quinta-feira com a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado do Espírito Santo (ACS/PMBM/ES) no sentido de disciplinar de forma isonômica a carga horária de todos os militares estaduais.

Neste sentido, todo horário de trabalho que passar da escala previamente fixada será levada em consideração no cômputo da jornada de trabalho legalmente prevista.

“Trata-se de mais uma decisão de suma importância para os militares estaduais”, disse o presidente da ACS/PMBM/ES, Jean Ramalho, que esteve reunido com o comandante Willian junto com o diretor Flávio Gava e outros oficiais da PMES.

A decisão do comandante Ronalt Willian significa que sempre que um policial militar tiver que exceder sua escala de serviço por conta de uma ocorrência, por ter que estar presente a um distrito policial – como Departamento de Polícia Judiciária ou numa Delegacia da Polícia Civil ou Federal – ou em um Fórum da Justiça ou mesmo na unidade militar, será recompensado pelas horas excedentes.

A adequação da escala de trabalho é uma reivindicação antiga da atual Diretoria da ACS/PMBM/ES. Desde o ano passado, o comandante Willian garantiu que iria estudar a adequação da jornada de trabalho e na assembleia geral que as entidades de classe dos policias militares  realizaram no Campo do Caxias, em 15 de fevereiro deste ano, o diretor Flávio Gava anunciou que esta demanda seria atendida pelo Comando Geral da PM:

"Na manhã desta quinta-feira (26/07) estivemos em reunião com o Comandante Geral da PM, com o Sub CMT Geral, Cmt do CPO-M, Cel Liberato e os Assistente do CMT Geral. Entregamos minuta do projeto de regulamentação da carga horária. Nesta ocasião o CMT Geral afirmou seu compromisso, assumido anteriormente, em rever as chamadas 'complementações de carga horária', publicada em Portaria no BCG de 29.09.2011. Sendo assim, confiamos que a resolução desta demanda será publicada no início de agosto. Agradecemos pela confiança de todos”, disse Flávio Gava.

“Agradecemos também ao senhor Comandante Geral da PMES  por estar cumprindo mais este compromisso. Vale frisar que as negociações da ACS/ES com o Comando Geral vêm ocorrendo desde 2011”, completou Gava.

O diretor Flávio Gava lembrou que, a  partir do momento em que o Comando geral da PMES normatizar as horas excedentes de uma escala ordinária, os policiais militares estarão muito mais seguros para realizar suas atividades.

Hoje, quando tem que levar um suspeito preso a um DPJ, por exemplo, o policial somente é liberado após o delegado concluir o flagrante. E, geralmente, quando é liberado, sua escala já se encerrou há muito tempo.

“A partir de agora, as horas excedentes serão recompensadas, o que traz segurança jurídica e profissional aos nossos associados”, explicou Flávio Gava.

O diretor Flávio Gava, o secretário da Segurança Henrique Herkenhoff e o presidente da ACS/ES, Jean Ramalho, em recente reunião
Fonte: acspmbmes

quinta-feira, 26 de julho de 2012

CARGA HORÁRIA DO MILITAR



Diretoria Executiva Acs-es26 de Julho de 2012 20:59
Na manhã deste dia em reunião com o CMT Geral da PMES, Sub CMT Geral, Cmt do CPO-M, Cel Liberato e os Assistente do CMT Geral, entregamos minuta do projeto de regulamentação da carga horaria. Nesta ocasião o CMT Geral afirmou seu compromisso, assumido anteriormente, em rever as chamadas "complementações de carga horaria", publicada em Portaria no BCG de 29.09.2011. Sendo assim, confiamos que a resolução desta demanda será publicada no início de agosto. Agradecemos pela confiança de todos e informamos que em nosso sitewww.acspmbmes.com.br serão acrescentadas maiores informações.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Secretário da Segurança elogia delegados e oficiais da PM que realizaram a ocupação do Complexo do Bairro da Penha


O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Henrique Herkenhoff, tem um jeito peculiar de dirigir sua Pasta. Está antenado à administração moderna: bronca em seus comandados, ele dá pessoalmente; elogios, ele faz de maneira pública. Dessa forma, o secretário está elogiando oficiais da Polícia Militar e delegados da Polícia Civil que, em uma ação conjunta, ocuparam o Complexo do Bairro da Penha, reduzindo a criminalidade na região.


A ocupação em conjunta – o governador Renato Casagrande vem sempre defendo a união das polícias em planejamento e execução de operações – ocorreu entre 26 de março e 12 de julho deste ano. A PM, no entanto, continua realizando policiamento ostensivo no Complexo do Bairro da Penha.

Mais de 400 policiais participaram das ações no  Complexo do Bairro  da Penha, que abrange os morros da Penha, São Benedito , Itararé e Bonfim, “ocasião em que  foram desarticulados grupos de traficantes que atemorizavam a comunidade local”, lembra o secretário Herkenhoff.

O saldo “desse trabalho tático integrado” é altamente positivo para a sociedade e representa, na prática, o que o governo Casagrande vem tentando implantar desde o início de sua gestão, em janeiro do ano passado: a ocupação repressiva e preventiva nas chamadas regiões vulneráveis.

Neste período de ocupação, mais de 160 pessoas foram detidas, mais de 70 armas apreendidas de variados calibres, incluindo pistolas, metralhadoras, espingardas, fuzis, milhares de munições, além  de granadas, grande quantidade de drogas, radiocomunicadores, celulares, e elevada soma de dinheiro em espécie,  apreendido em posse dos traficantes.

Henrique Herkenhoff elogia delegados e oficiais, conforme consta no Diário Oficial desta terça-feira (24/07), mas deixa claro que cabe agora aos chefes das polícias Civil e Militar tecerem elogios a seus comandados que participaram das operações.

Abaixo, a íntegra do elogio do secretário Henrique Herkenhoff:

“ELOGIAR  os servidores abaixo elencados em  reconhecimento ao excelente trabalho  desenvolvido , entre, 26.03.2012 e 12.07.2012, referente ao planejamento e coordenação  das operações e ações especializadas, envolvendo a participação  de mais de 400 (quatrocentos) policiais no  Complexo do Bairro  da Penha, abrangendo Morro da Penha, Morro de São Benedito , Itararé e Bonfim, ocasião em foram desarticulados grupos de traficantes que atemorizavam a Comunidade local.


O fruto  desse árduo trabalho tático integrado, realizado com suporte do Sistema de Inteligência das Polícias e da SESP, tem gerado  excelentes resultados em prol da segurança da sociedade, onde foram registradas mais de 160  (cento  e sessenta) pessoas detidas, mais de 70  (setenta) armas apreendidas de variados calibres, incluindo pistolas, metralhadoras, espingardas, fuzis, milhares de munições, além  de granadas, grande quantidade de drogas, radiocomunicadores, celulares, e elevada soma de dinheiro em espécie,  apreendido em posse dos traficantes.


As operações na Região continuam e a união de forças é a garantia de que a Comunidade local estará protegida e assistida pelo  Estado. Os Comandantes e Chefes deverão fazer publicar elogio operacional em favor de seus comandados que, de maneira efetiva e direta participaram da exitosa operação, em reconhecimento à dedicação , ao  profissionalismo  e ao comprometimento com  o serviço público em  prol da segurança do cidadão capixaba, sendo referência para o s demais colegas de trabalho.

PMES

- Cel PM Ronalt Willian de Oliveira, Comandante Geral/PMES;
- Cel PM  Edmilson dos Santos - Comandante do CPO-M;
- Cel PM Carlos Alberto Liberato – à época Diretor de Inteligência;
- Cel PM Antônio Augusto da Silva – à época Corregedor da PMES;
- Ten Ce l PM  Alexandre  Ofranti Ramalho - Comandante do BME;
- Ten Cel PM Ronaldo  Mutz - Comandante da ROTAM;
- Ten Cel PM Reinaldo  Brezinski Nunes -  Comandante do 1º BPM

PCES

- PC DP Joel Lyrio Júnior -  Delegado  Chefe da Polícia Civil;
- PC  DP José Monteiro  Júnior - Superintendente de Polícia Especializada;
- PC  DP Claudio Víctor - Chefe da DHPP;
- PC  DP Josemar Antônio Sperandio  - Chefe da DCCV-VITÓRIA;
- PC  DP Fabrício  Araújo Dutra - Chefe do NUGOT/PCES

SESP

- Nilton Souza Siqueira - Subsecretário de Estado de Inteligência e Integração Correicional/SESP;

- Maj PM Leonardo Vieira Celante - Gerente de Inteligência Policial;

- Ten Cel PM Moacir Leonardo Vieira Barreto - Gerente de Operações Técnicas”
Fonte:

sábado, 21 de julho de 2012

ATENÇAO A TODOS OS MILITARES SEJAM PM OU BM, NÃO ANDEM FARDADOS OU TOMEM TODOS OS CUIDADOS POSSÍVEIS, A MENOR SUSPEITA VOCÊS JÁ SABEM, É MELHOR SENTAR EM FRENTE AO HOMEM DA CAPA PRETA DO QUE PERDER A VIDA.


ALERTA MÁXIMO ( CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR)



Assunto Mensagem de Alerta: PMMG em Alerta Geral.Militares da 228ª Cia TM me enviaram uma mensagem com os seguintes dizeres "Foi interceptada hoje uma ligação telefônica em Extrema/MG e nela um criminoso de uma facção de São Paulo oferece cinco mil reais para cada militar assassinado em Minas. E pede para divulgar para outros criminosos". 

Gentileza alertar aos militares em particular aqueles que tem o habito de andar fardado e com agasalho de física desarmado dentro dos coletivos e aos que frequentam determinados locais propício a violência durante a noite e aos finais de semana.
Origem: e-mail Ronaldo Dutra / Renata Pimenta

quinta-feira, 19 de julho de 2012

OS POLICIAL É UMA LIDERANÇA POLÍTICA





Os últimos movimentos reivindicatórios realizados por policiais militares no Brasil têm demonstrado que quando os governos se mobilizam contrariamente às reivindicações (e dificilmente não o fazem), a maioria das instâncias públicas e privadas que poderiam dar apoio aos policiais aderem aos “argumentos” governistas: o Judiciário decreta a ilegalidade dos movimentos, o Ministério Público denuncia policiais, a imprensa não dá voz às reivindicações e tenta boicotá-lo através de expedientes com requintes de manipulação. Neste cenário, qual deve ser a tática utilizada pela categoria policial para conquistar direitos, obrigando os governos a cumprirem com seus papéis de dignificação dos trabalhadores da segurança pública?

A primeira saída considerada, e a que aparentemente se torna mais eficiente, é que os policiais e bombeiros brasileiros elejam seus próprios representantes, seja nas câmaras de vereadores, nas assembleias legislativas, no Congresso Nacional ou mesmo no Executivo. Só tomando como base a quantidade de policiais e bombeiros militares brasileiros, cerca de 434.122, conforme levantamento da Inspetoria Geral das Polícias Militares (IGPM), e levando em conta o potencial de liderança comunitária de cada um desses profissionais, possuindo cada um deles a capacidade de “conquistar” dez votos, além do seu próprio, a influência política alcançada é a seguinte:

Contando com o apoio de familiares e pessoas próximas, é de se crer que dez votos sejam bem menos que o possível. Além disso, este número cresce significativamente se considerarmos os policiais civis, os guardas municipais e os policiais federais e rodoviários federais.

Naturalmente, é preciso que haja entidades que agreguem lideranças locais no âmbito nacional, definindo procedimentos regionais que garantam a representatividade política através do voto unificado da categoria. Se existe a “bancada dos evangélicos”, que defende a causa religiosa protestante, a “bancada da motosserra”, que defende os interesses de desmatadores, além de outros tantos setores (legítimos ou não), por que os policiais não podem se unir através do voto em torno de seus objetivos? Trata-se de um modo democrático, legal e relevante de ganhar visibilidade política.

Para uma categoria que pode votar mas não pode se manifestar, explorar o voto parece ser a melhor alternativa. Ou vão acusar os profissionais de segurança pública de “golpistas” por isso?



BLOG DA RENATA

segunda-feira, 16 de julho de 2012

POLICIAIS CIVIS DE ALAGOAS SÃO AGRACIADOS COM UM BOM AUMENTO. ACREDITE, FOI MAIS DE 100% DE REAJUSTE


Polícia Civil de Alagoas ganha 115% de aumento salarial



Cabo Maciel defende a união da tropa
Alagoas é o estado brasileiro com o maior índice de homicídios no
 Brasil, cerca de 60 por 100 mil habitantes – quase o triplo da média
 nacional. Este é um desafio significativo para as polícias alagoanas, 
que precisam estar aptas para a redução de índice tão absurdo.
 Uma medida relevante (mas não suficiente) foi adotada pelo 
governo do estado alagoano, no sentido de valorizar seus policiais
 civis: concedeu um aumento salarial de 115%, fazendo com
 que os vencimentos iniciais passassem de R$ 2.265,00 para R$ 5.165,00
 – escalonado até 2014:
A Assembleia Legislativa aprovou, na semana passada, a nova 
tabela salarial para investigadores e escrivães da Polícia Civil que será 
válida até dezembro de 2014. Os valores corrigidos, que beneficiam
 servidores ativos e aposentados, passam a vigorar a partir de dezembro
 deste ano.
Pela proposta encaminhada pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e
 aprovada por unanimidade pelos parlamentares, o aumento salarial 
está dividido em cinco anos e vai permitir, neste período, aumento de
 115% a categoria.


No encontro da PEC 300 em Manaus Cabo Maciel sentiu
falta da tropa em plenário. Masmo assim, continua sua luta
junto ao comando Nacional da PEC.
Assim, o salário inicial, que corresponde atualmente a R$ 2.265,00, 
vai saltar para R$ 3.900,00. Em 2014, quando termina a fase de
 reajuste salarial, a categoria vai ganhar salário inicial de
 R$ 5.165,00 e ainda permitir vencimentos de até R$ 11.079,00.
Se a inflação de 2011 a 2014 superar o índice de 6%, o Governo 
do Estado, automaticamente, vai conceder a reposição.
Atualmente, a Polícia Civil detém 1760 investigadores ativos e
 mais 120 perto de concluir a formação. O número de escrivães chega a 630.

Delegações vários Estados do Norte estiveram presntes
A aprovação do reajuste salarial, que aguarda somente a sanção 
do Executivo, põe fim à crise de relacionamento da Polícia Civil
 com a cúpula do Governo do Estado. Isso porque investigadores
 e escrivães deflagraram este ano uma greve que durou dois
 meses diante das reinvindicações por melhores salários.
A paralisação só chegou ao fim quando o governador Silval
 Barbosa endureceu o discurso e anunciou corte de salários e 
possibilidade de demissão geral, se não houvesse retorno ao trabalho em 24 horas.

Fonte: deputadocabomaciel.blogspot.com

Coronel é condenado pela acusação de prevaricação


ES - Comandante da Polícia Militar no governo de Paulo Hartung por mais de dois anos, o coronel da reserva Antônio Carlos Barbosa Coutinho começou a sofrer derrota na Justiça. Na Vara da Auditoria da Justiça Militar, ele responde a duas ações penais e ainda tramitam contra ele quatro inquéritos policiais militares.


Nesta sexta-feira (13/07), Coutinho foi condenado a um ano de detenção pela acusação de prevaricação - crime praticado por funcionário contra a administração pública por interesse pessoal. No entanto, de acordo com a legislação, mesmo condenado, Coutinho pode ser beneficiado com a suspensão condicional da pena. A sentença somente será dada pelo juiz Getúlio Marcos Pereira Neves, da Justiça Militar, na terça-feira (17).

Segundo denúncia do Ministério Público Militar Estadual, o coronel permitiu a instalação de uma antena de celular sem a realização de licitação nas dependências do Quartel General da Polícia Militar, em Maruípe, quando era comandante geral da corporação.

Os outros réus na mesma ação penal, coronel Carlo Marx Siqueira Rocha, tenente-coronel Valdir Leopoldino da Silva Junior e major Altiere de Carlo da Silva Machado, foram absolvidos.

A denúncia é referente a um contrato de concessão do espaço para a instalação da antena, no qual os recursos eram depositados na conta da Associação dos Servidores Policiais Militares do Batalhão de Trânsito Rodoviário e Urbano (Assetran/BPRv). A denúncia aponta um suposto desvio de recursos desse contrato de concessão.

A ação do Ministério Público ressalta que o processo de licitação deve ocorrer na execução de obras, compras, alienação, concessões, permissões e locações no âmbito de interesse da administração pública.

O texto diz que "sendo a Polícia Militar uma unidade gestora, vinculada à Secretaria de Segurança Pública, cujas despesas são custeadas com recursos do tesouro estadual, não se justifica as despesas realizadas através da ASSETRAN, onde algumas delas são realizadas burlando a Lei de Licitações".

A entidade privada era informalmente vinculada ao Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Espírito Santo e, de acordo com a ação, recursos eram manejados de modo a dar vazão aos interesses particulares dos denunciados.

No total, foram recebidos R$ 60.882,72 entre abril e dezembro de 2007. O documento do Ministério Público diz que não se justificam as despesas realizadas por meio da associação.

O contrato de concessão entre a PM e a empresa de telefonia celular Claro, tendo como objeto a instalação de uma antena estação rádio base na área do quartel, estaria repleto de irregularidades, segundo a ação.

FONTE - ELIMAR CORTES

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Desabafo de um PM: trabalho escravo


Em Alagoas lançaram o programa Brasil mais seguro, mas eu quero saber como se constrói segurança sem respeito as leis e a constituição do País? Pois embora a Carta Magna limite a carga horária de trabalho a 44 horas semanais, o que se vê em Alagoas, em todos os GPMs do interior são escalas de 24x48.

Portanto, trabalha-se 60 semanais sem perceber nenhum tipo de adicional no salário, configurando assim, um trabalho escravo. Considerando que o praça é obrigado a submete-se a tal escala, caso contrário vai preso por indisciplina, esse sistema \"vampiro\" submete cada homem a uma tortura psicológica constante pois ele tem que conviver com o sentimento de ser ESCRAVO mesmo vivendo num País denominado de Estado Democrático de Direitos.

Chega a ser vergonhoso lançar um programa de Segurança Pública pra ser executado de forma escravocrata, transformando uma enorme quantidade de praças em neos escravos. 


Policial Revoltado - anônimo

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Capitão condenado duas vezes por roubo de combustíveis da Polícia Militar é elogiado no Boletim do Comando Geral da PM capixaba



No dia 19 de março deste ano, o capitão PMES  Ezequiel Ferreira dos Santos foi julgado e condenado pela Vara da Auditoria da Justiça Militar do Espírito Santo a seis anos de reclusão em regime inicial aberto pela acusação, feita pelo Ministério Público Militar, pelos crimes de peculato e crime continuado. Em síntese, o capitão Ezequiel foi investigado pela PM e denunciado pelo Ministério Público por roubo de combustíveis do 6º Batalhão (Serra), onde era lotado à época dos crimes.


Os mesmos crimes provocaram também uma denúncia de improbidade administrativa – pelo fato do capitão ser servidor público – na esfera da Justiça Comum. Sendo assim, no dia 26 de março deste ano, o capitão Ezequiel foi julgado e condenado a pagar aos cofres públicos R$ 24.732,68 e à perda do cargo público (posto e patente).

Na Justiça Militar, ele foi condenado a três anos de reclusão por cada um dos crimes pelos quais foi denunciado pelo Ministério Público. Entretanto, somadas, as duas penas foram reduzidas para quatro anos, conforme cita a sentença do Conselho Especial de Justiça Militar, presidida pelo juiz auditor Getúlio Marcos Pereira Neves:

“Fixou o Conselho Especial de Justiça Militar a Pena Base em 03 (três) anos de reclusão para cada delito (vencidos os srs. 3.º e 2.º Juízes Militares, que a majoraram). Fica fixada, pois, em definitivo, a pena de 03 (três) anos de reclusão para cada delito, não havendo circunstância atenuante nem agravante, nem causas de diminuição ou aumento de pena a considerar.”

“Tendo o acusado agido em continuidade delitiva, conforme reconheceu o órgão julgador, houve por bem o Conselho de Justiça aplicar ao caso a regra do art. 71 do Código Penal Comum, por ser mais benéfica, conforme já consta assentado da jurisprudência do Excelso STF. Com fundamento nisto, determinou a majoração de 1/3 (um terço) da pena aplicada para cada delito, fixando, pois, a Pena  Final em 04 (quatro) anos de reclusão. O regimento inicial de cumprimento será o aberto.”

“Cumprirá a reprimenda aplicada trabalhando normalmente nas suas escalas de serviço e recolhendo-se ao Quartel de sua Unidade nos períodos de folga, na forma do art. 36, § 1.º, do Código Penal.”

Já o juiz Manoel Cruz Doval, um dos magistrados que atuam na 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual – criada pela Presidência do Tribunal de Justiça para dar maior celeridade aos julgamentos de processos de improbidade administrativa em todo o Estado –, decidiu em sua sentença:

“Com base no art. 12, inc. I da Lei n. 8.429/92, CONDENO o Requerido CAP PM Ezequiel Ferreira dos Santos nas seguintes penas: (1) ressarcimento equivalente à importância de R$ 12.366,34 (doze mil trezentos sessenta e seis reais e trinta e quatro centavos); (2) multa civil correspondente a uma vez o valor do dano, ou seja, R$ 12.366,34 (doze mil trezentos sessenta e seis reais e trinta e quatro centavos); e por fim, (3) na perda do cargo público (posto e patente), com efeito a partir do trânsito em julgado (LIA, art. 20), mantendo seu AFASTAMENTO PREVENTIVO adredemente ordenado, por força da Decisão de fls. 689-96.”

“A correção monetária de ambas as quantias incidirá a partir do ajuizamento da ação (2 de outubro de 2008) e juros serão contados a partir da citação, ocorrida a fls. 820v (6 de agosto de 2009).”

“Condeno o Requerido no pagamento das custas processuais, sendo indevida a condenação ao pagamento dos honorários advocatícios.”

“Oficie-se o DETRAN-ES, requisitando-se o cancelamento da ordem de bloqueio do automóvel FIAT/Pálio EDX, ano 1996/1997, placa MPP 0330, chassi 9BD178226T0157469.”

Como a legislação brasileira permite, o capitão Ezequiel  ainda não começou a cumprir suas penas, pois seus advogados recorrerem das duas sentenças junto ao Tribunal de Justiça.


Na esfera criminal, a sentença publicada pela Vara da Auditoria Militar resume da seguinte forma a denúncia oferecida pelo Ministério Público Militar Estadual:

“...Constando da denúncia que a partir do mês de dezembro de 2006, o denunciado (capitão Ezequiel) desviou em proveito próprio recursos destinados ao abastecimento de viaturas do 6º BPM. Consta que o denunciado na posse de dois cartões Easycard, utilizados para abastecimentos de viaturas, estava utilizando tais recursos em proveito próprio, por cerca de 04 meses em um posto localizado em Jacaraípe no município da Serra.”

“O denunciado que havia sido comandante da 2ª Cia. do 6º BPM, teve acesso aos cartões de abastecimento das viaturas 1352 e 1613, momento em que o mesmo, à paisana, se dirigia ao posto Solemar em Jacaraípe, e, pessoalmente manuseava o equipamento de débito do cartão.”

“O denunciado abastecia sempre a mesma quantidade de combustível, 49 litros, porém tal abastecimento não era feito direitamente no tanque do veículo, o mesmo pedia aos frentistas do posto que enchesse dois recipientes que estavam no porta-malas do veículo. O procedimento utilizado pelo denunciado, em regra, era sempre o mesmo, primeiro debitava pessoalmente o valor do abastecimento, e ficava aguardando um outro veículo chegar ao posto. Com a chegada do veículo, segundo os frentistas conduzido por uma mulher, o denunciado abria o porta-malas para que os funcionários abastecessem os dois recipientes.”

“Tal conduta do denunciado foi descoberta pelo 2º TEN PM Gustavo Silva Homem, que na intenção de restringir o uso dos cartões genéricos de abastecimento, descobriu o extravio dos cartões individuais das viaturas 1352 e 1613. O referido oficial ao consultar o saldo dos cartões extraviados, verificou que os mesmos estavam sendo utilizados normalmente, e na sua maioria no posto Solemar em Jacaraípe, sempre os dois cartões simultaneamente.”

“O TEN PM Gustavo procurando os referidos cartões no 6º BPM, também entrou em contato com o CAP PM Giuliano Menegatti, bem como com o denunciado, não obtendo êxito em sua busca pelos referidos cartões.

“O MAJ PM Marcelo Gonçalves de Assis, ciente dos extravios dos cartões, diligenciou junto ao referido posto de combustível e em contato com os frentistas descobriu que os cartões estavam sendo utilizados por um oficial da policia militar. O MAJ PM Marcelo ao analisar as imagens gravadas do circuito interno de segurança do posto Solemar, verificou o denunciado fazendo os abastecimentos nos momentos dos registros de débito dos cartões extraviados.

“Verifica-se nos autos, que após o contato com o denunciado, feito pelo TEN PM Gustavo, quando este estava na busca pelos cartões extraviados, não houve mais utilização dos mesmos. Consta nos autos, imagens do circuito interno de segurança do posto Solemar, fls. 417/447, onde visualizava-se o denunciado chegando ao posto em seu veículo FIAT PALIO e manuseando pessoalmente a máquina de débito dos cartões, momento em que aguardava a chegada de um VW/GOL branco, e posteriormente mostra o mesmo abrindo o porta-malas do veículo Gol branco, para que os frentistas abastecessem.”

“Consta ainda, os registros dos débitos, bem como os comprovantes de débitos realizados pelo denunciado, fls. 255/390, sendo apurado o valor total do prejuízo de R$ 12.366,34.”

“Os frentistas do posto são unânimes em reconhecer o denunciado com sendo o militar que fazia uso dos cartões de abastecimento das viaturas da policia militar para uso pessoal. Não é demasiado frisar, que o denunciado utilizou-se do número funcional de outros militares para obter êxito no seu intento. Tal fato foi verificado após alguns militares não reconhecerem suas assinaturas nos comprovantes de débito, e constar abastecimento acima do estipulado no 6º BPM, que é de 30 litros".

No dia 6 de julho, menos de quatro meses das duas condenações, o capitão Ezequiel foi elogiado oficialmente pelo Comando Geral da Polícia Militar, conforme consta em publicação no Boletim Geral da PM nº 26. Abaixo, o elogio dado ao capitão, por sugestão de seu comandante, o coronel Leonardo Marchezi dos Reis, chefe da Diretoria de Pessoal da PMES:

“Ao Cap QOC Ezequiel Ferreira dos Santos, RG 15617-9/NF 852998, a fim de tornar público a valoração e real posicionamento deste Oficial na Corporação, especialmente nesta Diretoria de Pessoal.”


“Podemos observar na Bíblia Sagrada, em Eclesiastes 3:13: ‘E também que todo o homem  Denota-se’, no Cap Ezequiel, um elevado e contínuo interesse profissional, colocando-se sempre à inteira disposição, demonstrando, inequivocamente, plenos  conhecimentos técnicos e vasta gama de habilidades, pautando-se com aprimorada sintonia sistêmica e com atitudes diferenciadas.”


“É, portanto, um destes raros profissionais, com o qual podemos marchar com vibração e galhardia, pois é dotado de predicados que nos ajudam a aprimorar o clima organizacional e na transformação administrativa, impulsionando-a para um modelo ainda mais hodierno, repercutindo, suas ações, em prol de toda a corporação com positivos reflexos na sociedade.”


“Foi um Oficial de participação ímpar em nossos planejamentos, contribuindo substancialmente e proporcionando uma crescente harmonização no ambiente de trabalho.”


“Apresenta, invariavelmente, propostas inovadoras na busca dos recursos necessários para a realização das tarefas e, também ao se mobilizar estrategicamente para alcançar os propósitos estabelecidos.”


“Assim, não poderia deixar de parabenizar este nobre Oficial pelo seu grande valor e imprescindível qualidade laborativa, sempre exercida com exemplar dedicação, lealdade, abnegação e esmero.”


“É, portanto, merecedor do presente elogio (Individual).”


“(Elogiado pelo Cel QOC Leonardo Marchezi dos Reis - Diretor de Pessoal).”


(Observação: Texto do elogio extraído do BGPM nº 26 de 6 de julho de 2012). 



FONTE - BLOG DO ELIMAR CORTES

Capitão Assumção pode voltar à Câmara dos Deputados





Deputada Iriny só vai se licenciar do mandato depois do recesso

BRASÍLIA AGENCIA CONGRESSO - A deputada federal e pré canditada do PT a prefeitura de Vitória, Iriny Lopes, admitiu ontem que deve se licenciar do mandato para cumprir sua agenda de campanha. 

Com a decisão dela, passa para 12 o número de deputados federais candidatos que pediram licença à Câmara devido as eleições de outubro. 

Caso Iriny saia de fato, assumirá sua vaga o ex-deputado capitão Assumção (PSB). 

Ele é o segundo suplente da coligação PT/PMDB/PSB, que elegeu cinco dos dez deputados federais do ES nas eleições de 2010. 

Ontem o primeiro suplente da coligação, Camilo Cola (PMDB), assumiu a vaga deixada por Adifax Barcelos (PSB), que se licenciou porque concorre a prefeitura da Serra. 

Iriny fez a revelação ontem na Câmara, antes de se reunir com a bancada capixaba (foto m.rosetti) no gabinete da vice presidente da Câmara Rose de Freitas (PMDB). 

A bancada se reuniu com diretores do hospital das Clínicas e o reitor da Ufes, para discutir a crise no hospital de Vitória que já desativou 40% dos seus leitos devido a falta de pessoal e material. 

"Estou discutindo com minha equipe o que é melhor. Eles ( a equipe) estão divididos. Uns acham que devo me licenciar. Outros acham que não. Mas vou decidir logo", disse Iriny. 

Pela legislação, os políticos candidatos que vão participar as campanhas eleitorais não são ibrigados a se licenciarem dos cargos. 

A licença para tratar de assuntos particulares concedida pela Câmara dos Deputados vale por 120 dias e a Constituição Federal determina que o suplente só assume o cargo quando o titular fica fora por período superior. Mesmo que seja um dia. 

Assim, muitos deputados emendam a licença para tratar de assuntos particulares com pelo menos um dia de dispensa médica para que o suplente tenha direito a ser alçado ao posto. 

Os suplentes só recebem a ajuda de custo equivalente a um salário extra caso fiquem pelo menos 30 dias no exercício do mandato. 

Figuras conhecidas do Parlamento já optaram pela licença porque é inviável conciliar a campanha política com o trabalho em Brasília. Manuela Dávila (PC do B) foi uma das primeiras. 

Ela disputa a prefeitura de Porto Alegre. O tucano Zenaldo Coutinho e o socialista Danilo Cabral fizeram o mesmo. 

Confira quais são os suplentes que assumem as vagas dos deputados que se licenciaram na Câmara 

Quem entra Quem sai 
Vicente Selistre (PSB- RS) Manuela D’Ávila (PcdoB-RS) 
João Caldas da Silva (PSDB-AL) Rui Palmeira (PSDB-AL) 
Telma Pinheiro (PSDB-MA) Pinto Itamaraty (PSDB-MA) 
Paulo Marinho Júnior (PMDB-MA) Alberto Filho (PMDB-MA) 
Ricardo Archer (PMDB-MA) Cléber Verde (PRB-MA) 
Armando Abílio (PTB-PB)* Benjamin Maranhão (PMDB-PB) 
Professor Victorio Galli (PMDB-MT) Carlos Bezerra (PMDB-MT) 
Camilo Cola (PMDB-ES)* Audifax (PSB-ES) 
Severino Ninho (PSB-PE)* Danilo Cabral (PSB-PE) 
Major Fábio (DEM-PB) Romero Rodrigues (PSDB-PB) 
Valry Morais (PRP-PA) Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) 
capitão Assumção (PSB-ES) Iriny Lopes (PT-ES) 

*Não receberão a ajuda de custo única de R$ 26,7 mil, pois já assumiram o posto como suplentes no decorrer da atual legislatura 

Foto M.Rosetti/Assumção e Iriny, com Camilo e Casagrande 

FONTE - AGENCIA CONGRESSO

sábado, 7 de julho de 2012

FESTA DOS GUERREIROS VITORIOSO

Os cabos Vasconcellos e Angelo organizaram está festa com intuito de reunir todos os militares que foram a cabo.
 Pensamos na realização deste evento para comemora a luta de vários anos, onde tivemos a vitória de ser promovido a cabo, e hoje comemora com os amigos e familiares no clube da acspmbmes com um  espetáculo churrasco.

Vários militares participaram deste evento.

Os cabos Vasconcellos, o soldado Matias que passou para pretsigiar os recém promovidos. 

Os cabos Vasconcellos e Izoete 

Os cabos Vasconcellos e Reginaldo

A mesa dos quatros cabos fantástico.

Olha a camisa do cabo Taroni.

O cabo Julio Maria aprovou a festa e ficou feliz em rever os amigos.




O cabo Santos também participou junto com sua familia.

Olha Robinho PM, ai.



Os cabos Vasconcellos e Reinoso que tirou também fotos de vários militares que estavam ali.

A alegria do Cabo Nascimento do 7º bpm que marcou presença.


O Sargento Pedra prestigiou o evento e deseja muita felicidade a todos.

Os cabos Vasconcellos e Wagner do Proed

A pose dos militares. O cabo Moreira (1ª direita ajoelhado) fez um comentário importante, dizendo que "está confraternização teria que acontece mais vezes, onde uniremos nossos amigos."

Olha a pose do Cabo Hercules

O cabo Vasconcellos e o presidente da associação de cabo e soldado Jean Ramalho

O cabo Vasconcellos junto com o cabo Sales

Os cabos Julio Maria e Wagner

Os cabos Vasconcellos e Claudio falam sobre a festa.

Estudo revela que os brasileiros consideram a PM ineficiente



Instituição é a que população menos confia, de acordo com estudo do Ipea

A maioria dos brasileiros considera o trabalho feito pela Polícia Militar lento ou ineficiente nos atendimentos de emergências por meio de denúncias ao 190. O dado consta no estudo Sips (Sistema de Indicadores de Percepção Social), divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) nesta quinta-feira (5). De acordo com a pesquisa, 53,3% dos entrevistados disseram que a PM não atende de forma rápida e eficiente. A pesquisa foi realizada em 3.775 domicílios em 212 cidades do Brasil.
Segundo o estudo, apenas na região Sul essa porcentagem equivale a menos da metade dos entrevistados (48,2%). Já no Norte e no Nordeste, o índice ultrapassa a média nacional: 62,6 e 57,6%, respectivamente. Na região Sudeste, 40,3% dos questionados disseram ser o serviço rápido e eficiente.
Questionados se a Polícia Militar aborda as pessoas de forma respeitosa nas ruas, a população do Norte foi a que fez a pior avaliação: 62% consideram a abordagem desrespeitosa. O índice ficou dez pontos acima da média nacional, de 51,5%. No Nordeste, 54,1% também disseram não se sentir respeitados pela PM.
Já no Sul, a avaliação foi mais positiva: 52,9% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que os policiais militares abordam as pessoas de forma respeitosa nas ruas. A região também apresenta a menor porcentagem de pessoas que discordaram totalmente disso, com apenas 6,2% dos registros.
Confiança na PM
Entre as instituições Polícia MilitarPolícia CivilPolícia FederalPolícia Rodoviária Federal, a PM é a que menos transmite segurança na avaliação da população. De acordo com o estudo, 21,4% dos entrevistados disseram que “não confiam” no trabalho da corporação. Em segundo lugar ficou a Polícia Civil com 20,6% dos votos. Já a Polícia Federal é a corporação em que as pessoas “mais confiam”, com apenas 10,5% de não aprovação.
Na região Norte, apenas 31,1% dos entrevistados dizem confiar nas suas polícias militares, e 28,2% afirmam não confiar nem um pouco nelas. Em oposição, a população do Sul diz ser a mais confiante nas suas polícias militares, pois é a única região na qual a soma daqueles que confiam ou confiam muito chegou à casa dos 40%. Além disso, apenas 12% dos entrevistados do Sul declararam não ter nenhuma confiança na Polícia Militar. A avaliação de confiança na Polícia Civil segue um padrão muito semelhante, por região, à avaliação da Militar.
Ainda de acordo com o estudo, os jovens, na faixa entre 18 e 24 anos, são os que mais desconfiam da PM, com 26,9% dos registros. Essa porcentagem diminui à medida que cresce a faixa etária, até chegar a 14,2% entre os mais idosos da amostra, com 65 anos ou mais. O mesmo acontece com a proporção de entrevistados que afirmam confiar muito na Polícia Militar: apenas 3,7% estão entre os mais jovens. Esse índice sobe para 10,1% entre os mais velhos.
Comparação
Comparada aos dados da pesquisa anterior, feita em 2010, a confiança nas instituições policiais dos Estados aumentou um pouco. No caso das polícias militares, apenas 25,1% da população afirmou “confiar” e 4,2% afirmavam “confiar muito” na Polícia Militar em 2010. Essas porcentagens subiram, respectivamente, para 31,3% e 6,2% em 2012.
O mesmo aconteceu com a percepção sobre as polícias civis, em que 26,1% diziam “confiar” e 4%, “confiar muito” em 2010. No último levantamento, esses percentuais passaram para 32,6% e 6%, respectivamente.

Aprovado aposentadoria especial aos 25 anos para as Policiais Militares de Goiás





O Plenário aprovou, em segundo turno, nesta quarta-feira, 4, a Proposta de Emenda Constitucional nº 5.323/11, que dá nova redação ao inciso I, do § 12, do art. 100 da Constituição Estadual. Trata-se da aposentadoria aos 25 anos de tempo de serviço para as policiais e bombeiros militares femininas. A PEC foi aprovada por unanimidade, com 27 votos favoráveis.

A alteração tem por objetivo deixar expresso na Constituição o tempo de serviço necessário para a promoção a posto ou graduação imediatamente superior das militares estaduais goianas, quando da transferência delas para a reserva remunerada, garantindo-se a diferenciação entre elas e os homens, nos moldes da Constituição Federal.


Leia a seguir as palavras do Deputado Estadual Major Araújo:

"Em um processo cheio de momentos tensos, finalmente um desfecho feliz. Agora as nossas mulheres militares podem comemorar o fim do tratamento preconceituoso e degradante. A nossa sensação é de alívio e acima de tudo, dignidade. Gostaríamos de agradecer aos parlamentares que se sacrificaram para comparecer na sessão de hoje para esta votação, em pleno recesso , em sessão extra não remunerada. Com um quórum apertado, de 27 deputados presentes, a emenda foi aprovada unanimemente".

FONTE - BLOG DO CB HERONIDES

quarta-feira, 4 de julho de 2012

No Estado do Espirito Santo Vereador faz acusações caluniosas contra policiais do 3o. BPM e vai ser processado


Declarações nada responsáveis do vereador Nemrod Emerick, no Nirrô (PV), de Alegre, no Sul do Espírito Santo, estão provocando revolta nos seios da Polícia Militar. Durante sessão da Câmara Municipal do dia 12 de março deste ano, Nirrô acusou oficiais e praças lotados no 3º Batalhão da PM (Alegre) de envolvimento com uma suposta máfia do guincho, bem como de estarem prejudicando a cidade, tirando empregos e diminuindo a produção agrícola do município.

De acordo com ofício encaminhado pelo comandante do 3º BPM, tenente-coronel Hermano Pinto de Oliveira, à promotora de Justiça Criminal de Alegre, Neuza Gonçalves Soares Mação, o vereador estaria “revoltado porque os policiais vêm agindo em cumprimento à legislação de trânsito vigente em nosso País, que é o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), e como Agentes Aplicadores da Lei é dever funcional agir nos casos em que alguém esteja infringindo ou indo de encontro a Lei, independente de ordem emanada de autoridade superior, baseado nos Atributos do Poder de Polícia, pois se não agirem estão infringindo a Lei”.

Para justificar a ação legal de seus subordinados, o tenente-coronel Hermano Pinto de Oliveira expõe, no ofício entregue à Promotoria de Justiça, o artigo 230 do CTB. Afirma o oficial que nesse artigo foi enquadrado o cidadão identificado como Deigo Ferraz Macedo, cuja Carteira Nacional de Habilitação é Categoria AB, que conduzia o trator de rodas New Holand/TT 430 de propriedade da Prefeitura Municipal de Alegre.

De acordo com o artigo 144 do CTB, “o trator de roda, o trator de esteira, o trator misto ou equipamento automotor destinado à movimentação de cargas ou execução de trabalho agrícola, de terraplenagem, de construção ou pavimentação só podem ser conduzidos na via pública por condutor habilitado nas categorias C, D ou E.

O tenente-coronel Hermano Pinto de Oliveira pondera em seu ofício: “Ao contratar ou confiar veículo ou máquina a uma pessoa, a prefeitura no mínimo deveria verificar a competência, qualificação e habilidade do profissional para não ocorrer transtornos dessa natureza, para depois vir um vereador, aproveitando-se de sua condição política, e tentando angariar alguns futuros votos e dizer que os policiais estão envolvidos em uma máfia do guincho e prejudicando a cidade. Como foi explicitado acima, os policiais agiram exclusivamente de acordo com a lei e ordem”.

O oficial garante que “as declarações do vereador Nemrod são extremamente comprometedoras, onde colocou o nome não só desse Comandante mas de toda Unidade suspeita de um crime. Ora, o ônus da prova cabe a quem acusa, portanto, se as acuações do vereador são infundadas, caberá a esse responder criminalmente”.

A promotora de Justiça Neuza Gonçalves Soares Mação agiu imediatamente e intimou o vereador para prestar declarações. Antes, ela ouviu o depoimento do cabo Gedson Correa Lourenço, que juntou farta documentação e fotos, feitas no momento em que os policiais apreendem veículos irregulares, para provar a legalidade das ações da PM.

“Autorizei, inclusive, a quebra de meu sigilo bancário”, informou o cabo Gedson.

O vereador Nirrô, ao ser ouvido pela promotora de Justiça Neuza Mação, disse que “as declarações que proferiu na sessão da Câmara Municipal não foram declarações e sim suposições”. O vereador, ao fazer seu discurso na sessão do dia 12 de março, dentre outras coisas, disse o seguinte:

“...Ando com minha cabeça erguida, pago em dia os meus impostos e nós não podemos ter medo de falar a verdade. Primo pela legalidade, mas nós temos que primeiro avisar aos produtores rurais, aos nossos proprietários de frente, aos nossos proprietários de supermercados que as coisa vão mudar a partir de amanhã ou a partir de 15 dias, porque as pessoas trabalhadoras estão pagando pelos criminosos. Acho que virou uma máfia de guincho na nossa cidade para beneficiar alguns. Tem alguma coisa errada, não se chega numa cidade do dia para a noite e vai multando. Lá no Rio de Janeiro, quando a gente vê os filmes que passam, a gente via muito que tinha essas máfias, não quero acreditar nisso, mas o nosso pensamento leva a essa suposição”.

A promotora de Justiça Neuza Gonçalves Soares Mação encaminhou ao delegado de Alegre, Sebastião da Silva Borges, os autos do Expediente nº 134 versando sobre notícia de crime praticado, em tese, pelo vereador Nemrod Emerick, na 6ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Alegre.

“Do exposto, requisita a Vossa Excelência a instauração do competente inquérito policial objetivando a elucidação dos fatos e, existindo procedimento investigatório versando sobre o mesmo objeto ora delineado, sejam os presentes autos a ele apensados”, pede a promotora de Justiça.

Fonte: Blog do Elimar Cortes